A Polícia Civil vai analisar as imagens que circulam em redes sociais onde torcedores depredaram uma casa localizada nas proximidades do estádio Beira-Rio, logo após a partida entre Inter e Cruzeiro. O grupo teria acreditado identificar o local onde o drone com a letra B foi direcionado por controle remoto após sobrevoar o estádio.
O delegado titular da 2ª delegacia de Polícia da Capital, Cesar Carrion, disse que o caso será encaminhado para a Central de Termos Circunstanciados por se tratar de um “crime de menor potencial ofensivo”. “Com as imagens que estão circulando nas redes sociais, será fácil identificar os autores. Trata-se de danos e ameaça”. Após a investigação, o caso deverá ser encaminhado para o Juizado Especial Criminal.
A família vítima da depredação teve um carro Hyundai HB20 totalmente quebrado. Danos foram causado ao portão e muro da casa. Conforme o delegado, as vítimas foram confundidas e seriam coloradas.
O drone foi financiado por mais de uma centena de torcedores gremistas, através de uma “vaquinha”. O equipamento custou R$13,5 mil. A chamada “corneta” imitou as antigas faixas que eram utilizadas em aviões para sobrevoarem os estádios. Caso semelhante ocorreu em 2009 no estádio Olímpico.
Torcedores quebram casa e carro por acreditar que "drone da série B" partiu do local
Família da residência seria até mesmo torcedora do Inter e Polícia Civil investiga incidente