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Uendel lembra jogos com Caxias de Winck no Gauchão e espera Criciúma fechado

Lateral afirmou que clube catarinense vai tentar jogar com o nervosismo do Inter

Uendel espera jogo contra o Criciúma parecido com confrontos com Caxias no Gauchão
Uendel espera jogo contra o Criciúma parecido com confrontos com Caxias no Gauchão Foto : Ricardo Duarte / Inter / Divulgação / CP
O lateral-esquerdo Uendel alertou em entrevista coletiva nesta quarta-feira para a necessidade do Inter controlar o nervosismo na partida contra o Criciúma no sábado pela Série B. O jogador lembrou dos confronto com o técnico Luiz Carlos Winck pelo Gauchão – quando ele dirigia o Caxias – e afirmou que espera a equipe catarinense fechada apostando nos erros do time colorado.

“A gente enfrentou o Winck com o Caxias e será uma equipe fechada. Eles não vão marcar pressão na gente. Vão deixar a gente com a bola, trabalhando, com o domínio e buscando o contra-ataque. Vão buscar deixar o tempo passar e que o nervosismo entre em campo, que a gente fique sem confiança. Será assim que eles vão vir”, projetou Uendel.

Para isso, Uendel alertou que o Inter deve ter cuidado com os contra-ataques. O lateral pediu até mesmo para o time usar a chamada “falta tática” para impedir a progressão da equipe rival. “Se você pegar uma análise dos gols que tomamos, você vai ver que a maioria é bola parada ou contra-ataque. Contra o Inter, em toda a Série B, todos os times vão jogar fechados, principalmente jogando no Beira-Rio. Uma das formas de evitar o contra-ataque é cometer a falta tática no campo ofensivo para não deixar a jogada servir. Se for possível roubar a bola, melhor. Caso contrário, fazer a falta tática”, disse.

Mudança na outra lateral

A principal novidade na equipe do Inter para enfrentar o Criciúma no próximo sábado deve ser a entrada de Cláudio Winck. O sobrinho do técnico do time catarinense treinou como titular na lateral direita nesta quarta-feira. Dono da posição na lateral esquerda, Uendel afirmou que não recebeu nenhuma orientação diferente do técnico Guto Ferreira pela entrada de um jogador mais ofensivo na direita.

“Lateral direito dificilmente muda com o lateral esquerdo. A não ser que o lateral direito seja bem defensivo e o treinador fale para o esquerdo que ele está liberado para atacar, que o direito vai fazer um terceiro zagueiro. Mas não é o caso, independente se for o Winck ou o Fabinho. O Guto está testando, mas a mecânica é a mesma”, disse.