"Na realidade, tanto o Rafael como eu estamos jogando sozinho porque do meio o nosso time conta com volantes e meias. Não temos um ponta aberto ou um jogador velocista. Temos que brigar com dois ou três zagueiros, recebemos a bola de costas e muitas vezes só podemos ajeitá-la para o pessoal que chega de frente para o gol adversário", explicou Wellington Paulista.
Na tentativa de tentar solucionar o problema do ataque, Wellington Paulista se ofereceu para jogar ao lado de Rafael Moura, em uma formação com dois centroavantes. "Quando entro, tentou ajudar o Rafael e fica melhor para ambos porque tem sempre alguém dentro da área. Eu não teria problema de atuar como segundo atacante porque já joguei assim na Inglaterra e em outros clubes. Mas é uma escolha do Abel me deixar na reserva e é preciso respeitar", disse.
Wellington comentou ainda que o Inter vive uma maré de azar. Depois de sofrer a terceira derrota consecutiva, o time precisa reverter o quadro de forma urgente. "Nos últimos compromisso, principalmente contra São Paulo e Atlético-MG, jogamos bem, mas perdemos. Ontem, realmente, não atuamos tão bem e fomos derrotados. A nossa esperança é reverter esta situação no sábado diante do Palmeiras.