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Investigador do caso Pistorius é acusado de sete tentativas de assassinato

Defesa do atleta paralímpico disse que detetive contaminou cena do crime

Investigador do caso Pistorius é acusado de sete tentativas de assassinato
Investigador do caso Pistorius é acusado de sete tentativas de assassinato Foto : Alexander Joe / AFP / CP
O detetive e sub-tenente da polícia, Hilton Botha, principal investigador do caso Oscar Pistorius, ocorrido na África do Sul, e que testemunhou contra o atleta, responde a sete processos criminais. De acordo com a agência de notícias Sapa, Botha tem sete acusações de tentativa de assassinato contra si.

As informações contra o investigador surgiram nesta quinta-feira, quando Oscar Pistorius passa pelo terceiro dia da audiência do pedido de fiança. "Sim, é um caso com sete acusações de tentativa de assassinato", disse o porta-voz policial da região de Gauteng (na qual se encontram Johanesburgo e Pretória), Neville Malila.

A defesa de Pistorius, liderada pelo advogado Barry Roux, acusou o detetive Hilton Botha de ter contaminado a cena do crime. A alegação foi feita após o depoimento do detetive, que testemunhou contra o velocista. A expectativa é de que Pistorius saiba nesta quinta se poderá ser libertado através do pagamento da fiança, e sendo assim, responder o crime em liberdade.

Empresa de material esportivo suspende contrato

A empresa de material esportivo Nike anunciou nesta quinta-feira a suspensão do contrato com o atleta paralímpico sul-africano Oscar Pistorius, acusado de ter matado a namorada.

"A Nike suspendeu o contrato com Oscar Pistorius. Acreditamos que Oscar Pistorius deve ter um julgamento imparcial e continuaremos acompanhando a situação muito de perto", afirma a empresa em um comunicado.

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