As chuteiras e luvas de goleiro são fornecidas pelos patrocinadores dos clubes. As equipes defendem que o rompimento desse acordo atrapalharia as suas finanças. Os jogadores afirmam que as regras são injustas e defendem o direito de escolha com a intenção de melhorar o desempenho e ajudar a prevenir lesões. Eles também estão exigindo limitações para o direito dos clubes de rescindirem os contratos dos jogadores.
O sindicato dos jogadores deixou as negociações para resolver a disputa neste sexta-feira, com o presidente dizendo em comunicado que os "clubes mostraram pouca vontade de atender as demandas dos nossos membros". Indicado pelos clubes para as negociações, Bjorn Tangnes, disse que os dois lados não conseguiram chegar a um acordo.
A greve afeta 95 jogadores do Brann, Fredrikstad, Molde, Sogndal, Start, Tromsoe, Viking, Vaalerenga e Aalesund. É a segunda vez que os jogadores noruegueses entram em greve. A primeira vez ocorreu em 2002. Nesta temporada, houve uma ameaça de greve no futebol da Itália e da Espanha, mas ambas foram evitadas.