A torcida do Juventude lotou as depedências do estádio e apoiou o time desde os primeiros minutos. Agora, o time jogará a semifinal contra o vencedor do duelo entre Mixto e Aparecidense ou Tupi, que aguardam julgamento do STJD, em relação ao caso do massagista que impediu dois gols.
Jogo preso
Foi em clima de decisão que começou o duelo entre Juventude e Metropolitano. Com muita marcação e faltas, o jogo era feio até que aos 12, o Ju quase abriu o placar. Diogo Oliveira lançou para Douglas, ele cruzou para Zulu, que na hora do arremate, viu a defesa do Metrô afastar o perigo.
O Juventude passou a ter um domínio maior do jogo, mais presente no campo de ataque e aos 29, numa bola parada, quase chegou. Após cobrança de escanteio de Itaqui, Rafael Pereira subiu mais que todo mundo e testou muito perto do gol de Dida. O Metrô errava muitos passes e não conseguia criar nada no setor ofensivo.
O primeiro chute do Metrô ao gol saiu apenas aos 39 minutos do primeiro tempo, com Alexandre. Ele bateu de fora da área, mas pegou mal na bola, sem nenhum perigo ao gol de Fernando. No final, o Ju pressionou mais um pouco, mas não conseguiu balançar as redes dos catarinenses.
O Metropolitano voltou com tudo para o segundo tempo, com mais posse de bola, rondava muito a área do Ju, mas não conseguia penetrar no sistema defensivo do Ju. O jogo era muito preso, sem grandes jogadas de ataque, isto melhor para o time de Caxias do Sul, que tinha a vantagem de jogar por um empate sem gols.
O Metro chegou com perigo, aos 32, num rápido contra-ataque. Alessandro fez lindo lançamento para Jones, que invadiu a área, fintou o goleiro Fernando e perdeu o ângulo. Com isto, na hora do chute, bateu mal na bola, perdendo uma excelente oportunidade.
No final, o Metro foi com tudo para cima do Juventude, mas não conseguiu chegar com nenhum perigo, melhor para o Ju, que administrou a vantagem e nos contra-ataques, até criou jogadas. Os torcedores invadiram o gramado no final do jogo, comemorando o acesso à Série C.