Esportes

Juventude tem presidente e jogadores suspensos por briga no Ca-Ju

Meia Marcos Paraná vira desfalque para jogo decisivo contra o Criciúma

Na urgência de vencer na última rodada para não ser rebaixado à quarta divisão, o Juventude perdeu uma batalha fora de campo nesta segunda-feira. O técnico Beto Almeida não poderá contar com o meia Marcos Paraná, condenado a três jogos de suspensão pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e é desfalque para o duelo decisivo de domingo, contra o Criciúma, em Santa Catarina. O presidente do clube, Milton Scola, também foi punido com 15 dias de suspensão.

Os dois foram julgados por causa devido a ocorrências no jogo com o Caxias, em 29 de agosto. Dentro de campo, o placar terminou 2 a 2, mas, após o apito final houve briga dos jogadores, da direção e da comissão técnica do Juventude com os atletas grenás. Na súmula, ficou registrado que Scola invadiu o vestiário dos árbitros e esbravejou "safado, ladrão, sem vergonha, nos roubou e de onde arrumou seis minutos de acréscimo?" contra o juiz Vinícius Costa da Costa. Durante a partida, Marcos Paraná havia sido expulso e respondeu por agressão física.

Além deles, o volante Julio César também sentou no banco dos réus, por causa de um cartão vermelho recebido na derrota para o Brasil de Pelotas. O jogador foi condenado a um jogo de suspensão, já cumprido e poderá enfrentar o Criciúma.

Com apenas uma vitória em sete partidas, o Juventude necessita obrigatoriamente de uma vitória fora de casa, contra o líder do grupo, para ter chances de se manter na Série C, já que também precisa torcer para que Caxias x Brasil de Pelotas não termine empatado.

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