As filas para as entradas dos portões G e F são grandes, provocados pela demora na passagem pelos detectores de metais. Há aglomeração de torcedores, debaixo do sol de 30ºC em Fortaleza, já impacientes com a demora.
Após a primeira barreira, alguns torcedores enfrentaram problemas com ingressos que, por algum defeito de leitura da catraca, não foram aceitos. A Fifa monta postos para a resolver a questão. Há também espera.
Há relatos de problemas por causa de longas esperas também longe do estádio. Os ônibus gratuitos colocados à disposição para seguirem até o Castelão estão abarrotados, gerando reclamações no pontos colocados pela prefeitura.
No estádio, nem todos os voluntários e funcionários sabem tirar dúvidas dos torcedores e dos jornalistas com precisão, o que acarreta em dificuldades para se encontrar portões e acessos. Em meio a isso, os torcedores fazem festa, tomam cerveja, e lotam as lojas oficiais de produtos da Copa das Confederações. A confraternização é grande com os animados mexicanos, que chegam com máscaras de luta livre, sombreiros e até vestidos de índios.