Luigi confessou que passou a semana preocupado com o clássico. "Após o final do jogo contra a Portuguesa, eu fiquei mais agitado e angustiado. Acho que isso faz parte do instinto de quem está envolvido com o Gre-Nal. Eu sabia que isso iria acontecer comigo. Hoje, às 8h e eu já conversava com o Luciano Davi (vice-presidente de futebol)", explicou.
Odone descartou qualquer favoritismo do Grêmio e também não acredita que o Inter tenha essa condição porque joga em casa. "Não preciso invocar uma frase clássica para dizer que Gre-Nal é Gre-Nal. Os times estão muito parelhos. O Grêmio está entrosado, mas é uma equipe em formação e o Luxemburgo tem trabalhado nisso. Quem errar menos deve ficar com a vitória", frisou.
Ingressos
Nesta sexta-feira, a torcida gremista esgotou em duas horas os mil ingressos disponibilizados para o Gre-Nal. Antes dessa corrida pelos bilhetes, o assunto causou polêmica depois que a Brigada Militar determinou 750 lugares para os tricolores. Luigi e Odone acreditam que a nova decisão foi razoável e não deve afetar o clássico previsto para dezembro.
"Hoje nós vivemos uma situação única por causa das obras de reforma. Infelizmente, não podemos dar os 10%. Dessa forma, nós entendemos que não tínhamos margem para pedir o mesmo no estádio Olímpico", explicou Luigi.
Odone destacou que não aceitaria torcida única nos dois clássicos do Brasileirão. "Acabou sendo uma boa solução para ambos. No início eu reclamei, mas em seguida entramos em contato e resolvemos tudo. O Inter tem dificuldades com os seus torcedores pelas obras. Foi uma boa decisão porque queríamos criar um clima positivo fora de campo", argumentou.