"Vi o jogo pelo gol do Rogério, não pela briga por liderança. Fico feliz pelo Rogério, pelo amigo que ele é. Na Copa do Mundo fizemos uma amizade que dura até hoje. Ele sabia que eu confiava nele, apesar de não ter jogado. Naquele momento, na minha concepção, o Marcos estava melhor", lembrou o treinador.
Para Felipão, Rogério deveria servir de exemplo para as novas gerações de goleiros. "O Seu Valdir (Joaquim de Moraes, ex-preparador de goleiros de São Paulo e atual coordenador técnico do Palmeiras) conta que quando o Rogério chegou no São Paulo, não conseguia chutar a bola até o meio-campo no tiro de meta. Então é questão de trabalho e de treino", afirmou.
O treinador ainda elogiou a história de Rogério Ceni no São Paulo e comparou com suas boas passagens em clubes como Palmeiras, Grêmio e Criciúma, onde conquistou títulos importantes. "É bom ver o quanto tu és estimado, querido. Como marca na vida das pessoas. É importante as amizades que permanecem. Eu faço meu melhor para que daqui 15, 20 anos, lembrem do que foi feito", completou.