Embora não seja unanimidade, o nome de Luxa é o que tem mais defensores entre conselheiros e dirigentes. O diretor-executivo José Carlos Brunoro, que trabalhou com ele na era Parmalat, é quem tem conduzido a negociação. No sábado, quando completou 62 anos de idade, o técnico recebeu mensagens de parabéns de pessoas do clube, algumas animadas com o iminente retorno. Muitos o conhecem das quatro passagens anteriores, que renderam dois títulos do Campeonato Brasileiro, quatro do Paulista e um do Rio-São Paulo, entre outros.
Adequação financeira
O ponto fundamental da negociação com Luxemburgo é financeiro. Para acertar, ele precisa se enquadrar na política financeira da gestão Paulo Nobre, disposta a pagar não muito mais do que os R$ 200 mil mensais que eram desembolsados a Gilson Kleina - além da premiação por metas alcançadas, que no caso do antecessor podia até duplicar estas cifras.
Desempregado desde novembro do ano passado, quando foi demitido pelo Fluminense, o treinador terá no clube a chance de se reerguer. Uma pessoa da diretoria já diz que "vai ser bom para o Palmeiras e para o Vanderlei".
Outros nomes foram procurados e seguirão em pauta caso o acerto com Luxa não se concretize. Entre eles, o preferido é Ney Franco, do Vitória, cuja multa rescisória alta diminui os ânimos. Dorival Júnior, também desempregado, seria a alternativa mais viável.