A Nova Zelândia foi a campo num 5-4-1. Wood, único atacante, ainda tinha jeito de zagueiro. Atabalhoado, o grandalhão ficou perdido na imensidão do Azteca. A seleção da casa, formada por apenas jogadores do futebol local, conseguiu furar o bloqueio se atirando em velocidade pelos lados e nas costas dos laterais adversários.
O jogo era ataque x defesa. A pressão mexicana começou a se intensificar e o muro deu sinais de que desmoronaria. Aos 31 minutos, Aguilar se aproveitou da lambança da defesa neozelandesa e abriu o placar. A porteira estava aberta. Antes do intervalo, Jiménez ampliou.
No segundo tempo, a Nova Zelândia se arriscou alguns minutos na frente, mas logo percebeu que não tinha vocação para isso. Aos três minutos, Peralta recebeu de Layún e fez o terceiro.
O México passou a controlar a bola, enquanto a Nova Zelândia desistiu de vez do cotejo e passou a apelar para a violência contra os jogadores rivais e contra a própria redonda.
Peralta fez o quarto. Logo em seguida, Rafa Marquez ampliou e deu o chamado de embarque para o Brasil. E James ainda descontou. Só uma tragédia tira a vaga do México.