Na última quinta, Carreira morreu ao se acidentar na chamada Curva dos Pescadores do circuito, enquanto Wing-Choi acabou falecendo ao bater com o seu Chevrolet Cruze na curva do Hotel Mandarim. Ele sofreu a batida fatal quando guiava pela equipe Look Fong em um treino classificatório da CTM Macau Touring Cup, uma prova de carros de turismo, que serve como preliminar da Fórmula 3 do GP de Macau.
No acidente, o piloto de Hong Kong tentava contornar o lado direito da curva em uma volta rápida e bateu nas barreiras de proteção do lado esquerdo da pista. O carro, que ficou destruído com o choque, depois acabou pegando fogo.
Por meio de nota divulgada após o acidente, a organização do evento lamentou o ocorrido e informou que Wing-Choi não resistiu aos ferimentos sofridos. O comunicado explicou que dois carros de resgate foram usados no atendimento ao piloto, assim como foi preciso cortar o carro acidentado para que o corredor pudesse ser retirado da carenagem.
"Às 13h19min (no horário local), o competidor foi removido do automóvel e, às 13h20min, Yau foi transportado de ambulância para o hospital, onde foi internado às 13h24min. Várias tentativas de ressurreição cardiopulmonar foram realizadas, mas ele sucumbiu aos ferimentos às 13h51min", informou o comunicado.
E, apesar da segunda morte acontecer em apenas dois dias no GP de Macau, os organizadores do GP de Macau defenderam nesta sexta-feira que o circuito de rua é seguro e disseram que nenhum dos eventos deste final de semana seriam cancelados.
"Eu não acho que exista qualquer questão sobre a pista, que existe como é a agora há 60 anos", afirmou João Manuel Costa Antunes, um dos coordenadores do GP de Macau, em entrevista ao jornal South China Morning Post.