A solicitação da proibição foi feita pela Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, responsável por investigar a briga generalizada, envolvendo 500 corintianos e palmeirenses, que ocorreu na zona norte de São Paulo.
De acordo com a versão do cabo Adriano Lopomo, a polícia escoltava torcedores do Palmeiras, em direção ao Estádio do Pacaembu, quando corintianos surpreenderam os rivais na via pública e deram início ao confronto. Em número reduzido, a Polícia Militar não interveio na confusão. Dois torcedores feridos no duelo seguem internados.
O confronto teria sido agendado nas redes sociais. Há a suspeita de que a emboscada tenha sido uma revanche de corintianos contra os palmeirenses por causa de confrontos anteriores.