Aos 39 anos, Barrichello poderá se despedir da categoria porque ainda não obteve patrocínio para seguir na Williams. Bruno Senna, por sua vez, tem a concorrência do russo Vitaly Petrov e do francês Romain Grosjean na disputa por uma vaga na Renault, que poderá ter ainda o retorno do polonês Robert Kubica.
Diante destas indefinições, Felipe Massa cobra mais apoio aos compatriotas. "Sem dúvida é uma coisa boa ter mais brasileiros na Fórmula 1. É bom para o automobilismo ter muitos pilotos correndo pelo Brasil, que é um país super tradicional no automobilismo e na Fórmula 1", afirmou.
Massa, porém, não esconde a preocupação com uma eventual situação precária dos pilotos na categoria, como aconteceu com Lucas di Grassi, na Virgin, e o próprio Bruno Senna, então na Hispania, em 2010. Com carros muito abaixo do padrão da Fórmula 1, os dois pilotos não conseguiram mostrar seus talentos e tiveram um desempenho pífio na temporada. A Hispania chegou a assustar seus pilotos com uma ameaça de desistência pouco antes do início do ano.
"Vamos torcer para que dê tudo certo com eles. Mas que o melhor aconteça para eles, porque não dá para ficar e correr em uma situação que não vale a pena. Eles têm que correr em uma equipe que vale a pena. Como um amigo, quero o melhor para eles", ressaltou Massa.