Guilherme Resende, advogado de Carlos Alberto, contratado na última semana para cuidar do caso, afirmou que achou um exagero a decisão tomada pelo STDJ e que se o atleta quiser, entrará com recurso para reduzir a punição.
"Achei a pena de um ano exagerada. Esperávamos uma pena menor. Caso o jogador queira, vamos entrar com um recurso para buscar uma redução", disse Guilherme.
Durante o julgamento, a acusação cravou o desejo de ver meia cumprindo um ano a partir desta quinta-feira. Entretanto, Flavio Zveiter, presidente da sessão, levantou a questão do atraso não justificado do laboratório para avaliar as provas e foi apoiado pelos os auditores presentes.
Carlos Alberto foi flagrado com as substâncias proibidas Hidroclorotiazida e Carboxi-Tamoxifeno em uma partida contra o Fluminense, na Taça Guanabara, primeiro turno do Campeonato Carioca. O meia, que atuou no Grêmio em 2011, estava no clube carioca até o início deste mês.