As denúncias da Procuradoria de Barcelona indicam que a fraude consistia em simular a cessão de seus direitos de imagem a empresas localizadas em paraísos fiscais, como Belize e Uruguai. Paralelamente, era formalizado um contrato de licença, agenciamento ou prestação de serviço com outras, localizadas no Reino Unido e na Suíça.
Dessa forma, presumivelmente, os ganhos do jogador transitavam nestes países europeus até chegar às empresas nos paraísos fiscais, sem terem sido submetidos à tributação alguma.