Um final de semana difícil para a ginástica artística brasileira. Pela primeira vez em 16 anos, o Brasil não se classificou para nenhuma das finais masculinas no Mundial. Na última vez que isso aconteceu, em 2010, o palco foi o mesmo: Roterdã, na Holanda. Na disputa por equipes, a seleção ficou com a 19ª posição, a quase 10 pontos de uma vaga na disputa por medalhas. Já no individual, o melhor resultado foi a 21ª posição de Diogo na barra fixa.
A ausência de Caio Souza, principal generalista do time, foi duramente sentida. O atleta sofreu uma lesão no bíceps em uma Copa do Mundo na Hungria no mês passado. Outro balde de água fria foi a queda de Arthur Nory na barra fixa. O ginasta bateu o rosto no aparelho e sofreu um corte entre as sobrancelhas. Ele recebeu atendimento médico no ginásio, levou quatro pontos e foi impedido de voltar aos aparelhos. Em Paris, Caio e Nory foram os únicos representantes da ginástica masculina.
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Expectativas para a equipe feminina
A seleção feminina vai ao ginásio nesta segunda-feira, às 14h30. Bi-campeã olímpica, Rebeca Andrade se apresentará duas vezes no salto (mirando a final individual do aparelho) e uma vez na trave. Flávia Saraiva e Lorrane Oliveira serão as únicas a disputar os quatro aparelhos, enquanto Thais Fidelis e Sophia Weisberg completam a equipe.
Os três países com melhor desempenho na disputa por equipes garantem vaga antecipada nos Jogos Olímpicos de 2028. As demais equipes e atletas tentarão a classificação no Mundial do ano que vem e nas competições continentais de 2028.