“Uma coisa muito importante no futebol é o treinamento. Ele é esse batedor pelo treinamento, preciso ver como ele está. Se ele estiver bem, não tem problema, bate o que tiver melhor, sempre é falado antes. Mas uma coisa que ninguém tem falando é o que ele está agarrando, isso ninguém fala”, afirmou Muricy.
Primeiro, Muricy defendeu Ceni das críticas de que o capitão tem poderes demais no clube, como reclamou Adalberto Baptista, ex-diretor de futebol do São Paulo e atualmente diretor secretário-geral.
“Conheço ele desde garoto, fui o primeiro treinador que autorizou ele a cobrar faltas, determinei isso a ele e depois nunca parou. Ele é muito profissional no que faz, não é ídolo por acaso, construiu isso. Agora, essa coisa de que ele tem muita influência no São Paulo é exagero, ele tem influência boa. Um jogador que chega ao clube vai buscar ele, porque nunca chia, não reclama de concentração. Agora dizer que ele resolve, determina, é exagero. Ele sabe até onde pode ir”, declarou o treinador.
Em seguida, Muricy falou sobre a condição do capitão dentro de campo. Perguntado sobre a má fase do goleiro como cobrador de pênaltis – perdeu as últimas três cobranças – e se irá mantê-lo como cobrador, o técnico respondeu respondeu:
O treinador foi apresentado no início da tarde desta terça-feira pelo vice-presidente João Paulo de Jesus Lopes - o presidente Juvenal Juvêncio não compareceu. Muricy chegou logo pela manhã, conversou com o coordenador técnico Milton Cruz e outros profissionais do CT antes de conceder entrevista coletiva. À tarde, ele treina a equipe e na quinta comanda sua primeira partida no retorno, contra a Ponte Preta, no Morumbi, às 21h.