Começando a trajetória no Al Ahli, dos Emirados Árabes Unidos, o meia Everton Ribeiro, mostrou confiança no desempenho dos dois últimos anos com a camisa do Cruzeiro para permanecer entre os selecionáveis de Dunga para a Seleção Brasileira, mesmo em um centro do futebol onde a exposição é baixa.
“Não cheguei a conversar (com a comissão técnica da Seleção), até porque conversei com outros treinadores e eles me deram um respaldo positivo. Porque há oportunidades que não podemos deixar passar. O Dunga já me conhece, me viu nos dois últimos anos em alto nível. O desafio agora é manter o nível, ser destaque e, se for chamado, corresponder”, disse o jogador à ESPN Brasil.
O craque do Brasileirão nos últimos dois anos admite, no entanto, que não encontrará a mesma dificuldade dos tempos de Raposa. “Minha equipe é forte. Tem sete jogadores que estavam na Seleção dos Emirados que acabou a Copa da Ásia em terceiro. O nível não é tão competitivo quanto o Brasileirão, mas aqui priorizam a parte tática. Já tomei umas chamadas do meu treinador por às vezes não manter a posição”, comentou o jogador, contando ainda que quase foi parar no futebol francês.
“O time europeu que tive mais perto na última janela foi o Monaco. Vieram com proposta boa para mim, mas ruim para o Cruzeiro e sempre deixei claro que fui grato ao Cruzeiro e queria que a proposta fosse boa para mim e para o clube, que investiu em mim. A proposta do Al Ahli foi a que chegou mais perto e fiquei feliz em dar retorno financeiro, além de realizar o desejo de jogar fora do Brasil. Everton Ribeiro entrou durante a partida contra o Sharjah e marcou um dos gols da vitória”, seguiu.
Nos Emirados Árabes, Everton Ribeiro confia em retrospecto para seguir na Seleção
Meia espera que desempenho no Cruzeiro influencie Dunga