Em entrevista à Rádio Guaíba, Novelletto afirma que no caso do Gauchão a fórmula não pode ser alterada no próximo ano porque vai contra o Estatuto do Torcedor. O presidente da FGF acredita que a solução deve ser acertada entre clubes e atletas e propõe uma divsão das férias - uma parte no final deste ano e a outra durante a parada para a Copa do Mundo.
“Não tenho nada contra os atletas se manifestarem e analisar o número de jogos durante o ano, mas tem que ser de 2015 em diante. Eu não posso diminuir o Gauchão, tem que cumprir dois anos com a mesma fórmula. Se acontecer, o clube que cair pode entrar na justiça porque foi mudada. Quem sabe tira 15 dias de férias agora e depois mais 15 já que os clubes vão parar 40 dias. Isso se negocia”, declarou.
Novelletto ainda afirmou que os jogadores deveriam considerar positivo o aumento de jogos em 2014. O dirigente acredita que o fato de o Brasil ser o país sede da Copa do Mundo vai aumentar o interesse mundial no futebol jogado aqui.
“O ano de 2014 vai ter o mundo inteiro olhando para o Brasil. Se eu fosse atleta, iria querer jogar todos os dias para estar na vitrine. Agora está muito em cima. Tem que prevalecer o bom senso. As mudanças que tivermos que fazer serão feitas em 2015”, completou.