"É uma coisa para se pensar no futuro e vamos ver. Tudo vai depender de vários fatores daqui para frente", afirmou a jogadora sobre a volta ao time. Iziane usou sua experiência nos Estados Unidos, onde atuou na WNBA, para condenar a atitude da CBB. Segundo a ala, apenas no Brasil há este rigor nas concentrações.
"Só no Brasil que a gente não pode ter ninguém. Para mim, isso é natural. Já vi jogadora bater em técnico e ser suspensa, ter salário descontado, mas ser expulsa do time por uma coisa dessa, eu achei fora do normal", disse. Sobre o contato com as companheiras, ela afirmou só teve a oportunidade de se despedir da pivô Clarrisa e da ala Silvinha.