"O time hoje está com cerca de 70% do que vai render na Olimpíada e será muito importante e bom jogar contra Austrália e França. Uma (Austrália) vamos enfrentar na estreia e a outra (França) pode ser adversária na fase seguinte, dependendo do cruzamento. Será bom para cada um conhecer seu adversário, como ele joga, saber quem vai marcar dentro de quadra. Isso pode facilitar para nós num jogo decisivo na Olimpíada", apontou.
Outro importante teste ocorreu na última segunda-feira, quando a seleção jogou de igual para igual com os Estados Unidos, em Washington. Apesar da derrota por 80 a 69, a atuação foi elogiada pelos jogadores, principalmente pela atuação no primeiro quarto, quando o Brasil abriu 27 a 17.
"É bom quando jogamos com uma seleção tão física como a americana, porque as seleções europeias não são tão acostumadas a jogar assim, e a maioria dos nossos adversários vem da Europa. Fizemos um bom jogo contra os Estados Unidos, aproveitando muito bem os espaços deixados no primeiro período, mas sofrendo um pouco no segundo, quando eles pressionaram muito mais e usaram o físico. O segundo tempo foi parelho, mas não conseguimos passar à frente. Mesmo assim, foi um teste muito válido", comentou Alex.
A equipe estreia nos Jogos Olímpicos de Londres diante da Austrália, no dia 29 de julho. Além dos australianos, os outros adversários do Grupo A serão Grã-Bretanha, Rússia, China e Espanha.