O diretor do Alta Performance, Maurício Mota, comentou que a ação busca jovens com potencial, no País inteiro, e explicou que eles trabalham de maneira completa com os atletas, oferecendo aulas regulares, assistência médica, psicológica e também acompanhamento com nutricionista.
Ainda oferecem academia com a mais alta tecnologia para que os alunos possam desenvolver suas aptidões de acordo com o que é exigido pelo esporte. “Três jovens que participam do projeto vêm de Livramento, de famílias humildes e este foi um dos motivos para escolher Adilson como padrinho, para que ele traga inspiração com a sua história para aqueles que estão começando”, relatou.
Os três garotos de famílias de baixa renda recebem bolsa-auxílio para que possam continuar praticando o esporte e recebem aulas de inglês. Adilson, por exemplo, quando foi para a África do Sul em busca de seu sonho, só falava português, mas logo dominou a língua estrangeira.
O atleta olímpico deu a primeira tacada do golfe nas Olimpíadas de 2016, depois de 112 anos em que a modalidade não fazia mais parte do cronograma do evento. “Fiquei muito emocionado, não sabia porque eu tinha sido escolhido, tantos outros atletas mereciam, mas aceitei e fiquei muito feliz”, desabafou Adilson.
O Alta Performance é aberto a crianças e jovens, com idades entre 8 e 22 anos. De acordo com o diretor do clube, Luis Carlos Baumgarten, o projeto segue o padrão das universidades americanas, no qual o atleta é atendido em todas às necessidades e tem como foco o alto rendimento. Baumgarten acrescentou que o resultado é visível, sendo que os dois primeiros colocados no ranking nacional adulto de golfe são provenientes deste projeto.