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A prata ficou com os Estados Unidos, de Trell Kimmons, Justin Glatin, Tyson Gay e Ryan Bailey, com 37s04 - exatamente o antigo recorde mundial. O bronze ficou com a equipe de Trinidad e Tobago, com Keston Bledman, Marc Burns, Emmanuel Callender e Richard Thompson, com 38s12, depois que Canadá foi desclassificado.
O time caribenho formado por Usain Bolt, Yohan Blake, Nesta Carter e Michael Frater viu os Estados Unidos apertarem muito o ritmo, mas Bolt, último a receber o bastão, abriu distância considerável e liderou seu time para mais um ouro olímpico.
O feito tornou Usain Bolt bicampeão olímpico nos 100m, 200m e no revezamento 4x100m. Disposto a virar uma "lenda" em Londres, de acordo com suas próprias palavras, o raio jamaicano parece ter alcançado seu objetivo. Já são seis ouros olímpicos.
Depois da prova, além das costumeiras caretas e brincadeiras, Bolt queria ficar com o bastão utilizado pela equipe jamaicana, mas teve seu pedido rejeitado por um dos organizadores da prova.
Jamaica: o país da velocidade
O ouro no revezamento foi o quarto da Jamaica no atletismo em Londres. Além dele e dos ouros de Bolt nos 100m e 200m, Shelly-Ann Fraser-Pryce foi a campeã dos 100m entre as mulheres, provando que a Jamaica tem os atletas mais velozes do mundo. Nos 200m entre os homens, por sinal, a Jamaica dominou o pódio, com Bolt em primeiro, Blake em segundo e Waaren Weir em terceiro.