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Mostrando que não ficou nenhuma rivalidade após a disputa pela sede dos Jogos Olímpicos de 2016, no ano passado, quando o Rio venceu a candidatura norte-americana de Chicago, os dirigentes dos dois países disseram que o acordo de quatro anos de duração prevê a troca de conhecimento em diversas áreas, como planejamento, gestão e desenvolvimento técnico.
"Estamos muito felizes com este acordo, principalmente por poder proporcionar aos nossos atletas o privilégio de acesso aos centros olímpicos de treinamento dos Estados Unidos", disse o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, ressaltando que essa parceria com os Estados Unidos faz parte do projeto de preparação do Brasil para a Olimpíada de 2016.
"Este acordo é prova de que o movimento olímpico transcende as competições. Há pouco mais de um ano, USOC e COB estavam engajados em uma competição para sediar os Jogos de 2016. Ao invés de criar rivalidade, aquela disputa ajudou a estabelecer um relacionamento muito positivo e significativo", afirmou o presidente do USOC, Larry Probst.