O dirigente explicou que estuda os resultados para determinar se analisa as amostras "B". Até então, se trata de "conclusões analíticas adversas" e não positivos oficiais. Ljungqvist se recusou a identificar os atletas e esportes em que foram encontrados os resultados suspeitos.
O COI decidiu em maio voltar a analisar as amostrar dos Jogos de Atenas para identificar fraudes que não tenham sido descobertas. A entidade guarda os exames por oito anos.