Fisher, de 33 anos, estreou em Olimpíadas nos Jogos de Sydney, como único representante do Brasil no ciclismo de estrada masculino. Em Atenas, ele teve a companhia de Marcio May e Luciano Pagliarini, terminando no 62º lugar. Depois, em Pequim, obteve um honroso 19º lugar. Na ocasião, Pagliarini foi o último a completar a prova.
A vaga olímpica por equipes para o Brasil foi conquistada porque o País encerrou o ranking olímpico das Américas no terceiro lugar. De acordo com a CBC, a conquista da vaga muito tem a ver com o título e os pontos do Campeonato Pan-Americano de 2011, conquistado por Panizo, que é especialista em provas de resistência.
Os três convocados devem participar da prova olímpica de estrada, que acontecerá no dia 28 de julho, num percurso de 250km. Quatro dias depois, só um deles estará na prova contra o relógio, em que os atletas largam com diferença de 90 segundos entre eles e fica com o ouro aquele que completar o percurso de 44km no menor tempo. A tendência é que Magno Prado, especialista neste tipo de prova, seja o escolhido.
"Estamos apostando em resultados inéditos para o Brasil na Olimpíada e para definirmos os nomes do ciclismo de estrada masculino houve muita dificuldade, devido a muitos outros ciclistas talentosíssimos que também poderiam fazer parte desta lista, como Rafael Andriato, Carlos Manarelli, Gideoni Monteiro, Otávio Bulgarelli, entre outros, que em nosso entendimento serão fundamentais para o Brasil no Ciclo Olímpico de 2016" afirma Francisco Florencio, diretor do departamento de alto rendimento da CBC.