O ex-número um do ranking não lamentou o fato de ter perdido a posição para Federer e fez projeções otimistas para o futuro: "Tive muita sorte de ser o número um do mundo no ano passado, mas ainda acredito que há muitas coisas grandes para vir. Roger merece a posição de número um, ele ganhou o torneio mais importante do mundo", ponderou o sérvio.
Além de defender sua terra natal no tênis, o jogador terá a responsabilidade de ser o porta-bandeira da delegação sérvia durante a cerimônia de abertura, nesta sexta-feira, algo considerado por ele uma "chance única". "É uma experiência única, uma chance única na vida, vou tentar desfrutar todo o momento. Há muitos outros atletas que merecem estar na minha posição, mas é uma experiência que terá um lugar especial no coração", comemorou Djokovic, que estará no Brasil em novembro, para a disputa de partidas de exibição.