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Nesta segunda-feira, ele alcançou a vaga entre os 24 melhores na modalidade, na primeira série, com o tempo de 1min46seg29. Agora, ele se numa estratégia que o coloque na inédita final olímpica. Peçanha não vai puxar o pelotão, ao contrário do que fez na eliminatória. Como vai concorrer com adversários muito fortes, ele tentará se manter no pelotão, para no sprint final buscar a vaga.
“Preciso fazer a melhor marca da minha carreira. Superar caras com o tempo de 1min41, por exemplo", relatou. Um dos fatores que deixa Peçanha mais otimista é o fato dos tempos estarem parecidos. "Isso me deixa muito confiante de que possa me superar e conseguir a vaga na final, o que seria uma grande conquista”, frisou.
Na prova desta segunda-feira, Peçanha correu a primeira bateria das eliminatórias e esteve à frente do pelotão nos 700 metros iniciais, só perdendo a liderança na parte final para Nijel Amos, de Botsuana. Como chegou em segundo, avançou diretamente de fase, diferentemente da Olimpíada de Pequim, quando se classificou para a semifinal por tempo.