Daqui a exatamente um ano, terão início no Rio de Janeiro os Jogos Olímpicos de 2016. A contagem regressiva começa nesta quarta-feira, mas na terça,o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, chegou ao Brasil e já participou de um encontro com atletas e ex-atletas na praia da Barra da Tijuca. Bach ganhou camisa da Seleção com seu nome, fez embaixadinhas e demonstrou confiança na organização. “O que o Rio de Janeiro está fazendo é muito bom para a Olimpíada. Teremos grandes jogos, os brasileiros ficarão orgulhosos”, acredita.
Nem a poluição da Baía de Guanabara tira o otimismo do alemão. “Estamos monitorando e acreditamos que não haverá problema para as competições de vela”, afirmou. Hoje ele visitará as obras do Parque Olímpico e participará de uma festa com a presença da presidente Dilma Rousseff.
A 365 dias da abertura dos Jogos, a capital fluminense é um canteiro de obras. A maratona de construções transcorre em ritmo satisfatório. “Poderemos entregar a tempo todas as obras”, garante o ministro dos Esportes, George Hilton. O diretor-geral do Comitê Rio-2016, Leonardo Gryner, prevê que 80% das águas serão tratadas na Baía de Guanabara.
O transporte e a mobilidade urbana são considerados o maior legado dos Jogos. Na terça-feira, foi entregue o túnel da Transolímpica, via que liga a zona Oeste ao subúrbio de Deodoro, outra região de competições. Alguns especialistas, porém, fazem alertas. “Os Jogos vão acontecer, mas algumas das obras ainda não terminaram, e isso é preocupante”, afirmou o professor da UFRJ Lamartine da Costa
Falta um ano para os Jogos Olímpicos
Em meio à maratona de obras para a abertura em 5 de agosto de 2016, Rio de Janeiro recebe elogios e respaldo do COI