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"Lutei contra o número dois do mundo. O Irã dá até petróleo para os caras, são tratados como o Kobe Bryant, como o Lebron James. Ele é um astro no Irã. Toda fonte de dinheiro vai para o taekwondo", analisou Diogo. "Estou feliz pelo que trabalhei. Lutei para medalhar e foi o árbitro que tomou a decisão, não perdi a luta. Aí, já fugiu do que eu poderia fazer", avaliou o brasileiro.
Ele ainda destacou o chute, que valeu quatro pontos e empatou a luta no minuto final, quando perdia por 5 a 1. "Tenho todos os artifícios de artes marciais treinados. Esse chute pode ter a certeza que vai sair entre os dez melhores. Acho que, talvez, o árbitro devesse rever os lances para decidir", relatou.
Diogo se queixou da falta de investimento que o esporte tem no Brasil: "Acho que estamos falando de astros e operários. Eu sou operário, lutei contra um astro. Ele tem um investimento relacionado a Phelps e eu tenho investimento relacionado a atleta de base. Talvez, um dia, não sei se estarei apto para competir, nós vamos competir de astro para astro e, aí, a história será diferente".