O primeiro passo rumo à condição almejada por Bolt foi dado em Pequim. Depois daqueles Jogos Olímpicos, ele se tornou um astro. Seu gesto característico feito após as vitórias passou a ser imitado nos lugares mais longínquos. Virou marca registrada e, em Londres, está nas vitrines de lojas, nas capas das revistas, nos outdoors, nos ônibus e até na estátua do campeão olímpico no museu Madame Tussauds, para onde os fãs do atleta têm ido, aos milhares, bater fotos. "Ele é a pessoa mais rápida do planeta", diz o turco Ataata Soy, de 12 anos, justificando porque fez um registro ao lado da estátua em tamanho real repetindo o gesto de Bolt. "Acredito que ele pode superar os seus recordes de novo", completou o estudante, que está em Londres para as férias escolares de verão.
Kubilo Hubalelay, que também se posicionou embaixo da estátua repetindo o gesto do recordista mundial, diz que admira muito o homem mais rápido do mundo. E fez uma crítica à reprodução do Madame Tussauds: "Poderia ser melhor. Não aparecem os músculos do braço dele", analisou o jovem de 14 anos. Hubalelay não está tão confiante quanto Ataata. Perguntado se Bolt venceria de novo os 100 m, os 200 m e o revezamento 4 x 100 m, ele hesitou. "Não sei... talvez", afirmou, mostrando que, para ele, independentemente do resultado no estádio Olímpico de Londres, o jamaicano já é mais do que uma lenda.
• Programação TV Record
• Quadro de Medalhas
• Calendário