Cinco viaturas da Polícia Militar fazem ronda no local desde às 9h, meia-hora antes do horário programado para o início do treinamento do Corinthians. Além disso, 15 seguranças protegem a portaria principal, por onde chegaram os jogadores, e mais oito estão localizados na entrada do estacionamento da imprensa, que foi por onde a maioria dos torcedores invadiu o CT no sábado. Os profissionais contratados geralmente fazem a segurança do clube em jogos no Pacaembu.
O Corinthians enviará, nesta segunda-feira, as imagens do circuito interno de segurança, para auxiliar a equipe do 62º Distrito Policial, de Ermelino Matarazzo, a identificar e deter os criminosos - um deles, segundo testemunho de Joaquim Grava, consultor médico do clube à PM, foi um dos 12 torcedores detidos em Oruro, na Bolívia, acusados da morte do garoto Kevin Espada durante uma partida do Timão na Libertadores do ano passado.
O presidente corintiano Mário Gobbi Filho concederá entrevista coletiva nesta segunda-feira, não se sabe se antes ou depois do treinamento, para explicar as ações do clube a favor da detenção dos vândalos.