Conforme a publicação da entidade, Arizala é quem tem mais chances de começar como titular ao lado de Darío Cvitanich. Benítez e Gómez correm por fora. A hierarquia se justifica porque no último Apertura do México Cvitanich marcou oito gols, seguido pelo paraguaio Benítez, com seis, e pelo colombiano Arizala, com cinco. “São ótimos jogadores e confiamos plenamente em qualquer um que entrar", afirmou Marini.
Apesar de sublinhar o poderio ofensivo do Pachuca, Marini faz questão de dizer que ter um time agressivo não é sinônimo de vitória. “Não é porque estamos acostumados a ser ofensivos que vamos sempre ganhar. Precisamos ficar atentos com a defesa e com o meio, para que a bola chegue aos atacantes”, ponderou.
Problemas na defesa
Se o ataque tem diversas opções, inclusive com jogadores de seleção, a defesa não tem o mesmo prestígio. Durante o campeonato mexicano, o Pachuca sofreu 28 gols em 17 partidas, sem contar os últimos quatro tomados no compromisso frente à equipe do Monterrey. “Cometemos alguns erros que nos custaram a vaga no campeonato. Mas tivemos tempo para treinar e corrigir estas falhas”, explica o zagueiro Paul Aguilar ao site da Fifa.
Aguilar também já está ciente das características do time do Mazembe e deu a receita para que o setor defensivo faça uma boa atuação. “Como o treinador disse, precisamos trabalhar para termos a posse de bola, principalmente para não deixar os jogadores do Mazembe confortáveis. Eles são fortes e precisamos ter cuidado."