O Palmeiras reclama de interferência externa, via informações da televisão, após o árbitro Francisco Carlos Nascimento anular um gol de mão de Barcos que tinha sido validado. A interferência teria acontecido por meio do delegado Gerson Baluta. "Ainda é muito pouco, mas é um sinal positivo", disse.
O clube vê uma jornalista como testemunha fundamental do processo. Durante a transmissão do jogo do último sábado, a repórter afirmou que o delegado Gerson Baluta buscou informações com a imprensa para avisar o árbitro que Barcos havia tocado a mão na bola. Além dela, o clube embaça sua defesa em vídeos. No último, o árbitro teria solicitado que alguém utilizasse o recurso eletrônico para ver o lance.
"A prova fundamentalmente é testemunhal. Não temos nada de ordem material ou de gravação. Temos uma leitura labial em que o delegado diz que deveria ser expulso, porque o gol foi com a mão", disse na última segunda-feira. "Tivemos um vídeo mais recente que está muito claro. O árbitro se refere ao auxiliar dizendo 'veja aí, veja aí'",acrescentou.
Por outro lado, o clube descarta levar o processo à Justiça Comum se não ganhar nas instância desportivas. Isso porque a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) prevê que o clube pode recorrer ao Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) ou Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). A entidade repudia o clube vai ao julgamento de instância admistrativa.