Dois locais de competição são herança do Pan: a Arena Rio (atual Arena HSBC), sede da ginástica; e o Parque Aquático Maria Lenk, que recebeu todos os esportes aquáticos em 2007, mas será palco apenas do nado sincronizado e dos saltos ornamentais em 2016. Os dois passarão por adaptações mais perto do início dos Jogos, assim como o Maracanã e o Engenhão, em outra zona da cidade.
Das obras novas na Barra da Tijuca, a que está mais adiantada é a estrutura de moradia para os atletas, treinadores e familiares. Os altos prédios já podem ser vistos atrás da área de competição. Após a Olimpíada, serão transformados em empreendimento imobiliário. Depois da vila, a construção mais adiantada é a dos Centros Internacionais de Mídia e de Transmissão, com as vigas à mostra.
Uma série de construções, porém, está ainda em fase inicial. O Centro Olímpico de Tênis tem as primeiras arquibancadas saindo do chão. O velódromo, o Centro Aquático, a Arena de Handebol (que depois será desmembrada em quatro escolas) e outros três pavilhões estão nas fundações. Fora do complexo, a alguns quilômetros, pode-se ver os lagos do Campo Olímpico de Golfe, iniciado em 2013.
O comitê organizador garante que todas as obras estão nos prazos, que variam de 2015 até o segundo trimestre de 2016.