"Nós nos encontramos duas vezes. Na primeira, ele me chamou para ser técnico. Na segunda, ele fez um convite para outro cargo e eu disse que estava disposto. Mas não há pressa. É uma coisa que precisa ser boa para os dois lados. Ainda não evoluímos sobre o assunto", destacou o tetracampeão de 1994.
O técnico lembrou que tem uma espécie de dívida de gratidão com o Corinthians, pelo qual foi campeão do Torneio Rio-São Paulo e da Copa do Brasil de 2002, títulos que voltaram a colocá-lo em evidência no futebol brasileiro. "O Corinthians é um clube pelo qual a gente tem uma estima, um carinho muito grande. Me deu uma projeção nacional, a oportunidade de trabalhar em São Paulo, e foi graças ao trabalho no Corinthians que eu pude voltar à Seleção em 2003", ressaltou Parreira, que ainda revelou que já havia desistido de seguir a carreira de técnico logo depois de ser eliminado da Copa do Mundo de 2010 no comando da África do Sul.
"Minha disponibilidade aumentou. Já defini que não quero ser técnico, mesmo adorando isso. Na verdade, foi uma decisão tomada desde meu último jogo contra a França. Só oficializei essa decisão agora. Tenho interesse em atuar na área de gestão e vou estudar com carinho qualquer projeto", reforçou.