Com o carro destruído e desgovernado, ele foi desacelerando, raspando o muro, até a linha de chegada, mas acabou ultrapassado nesse meio de caminho por Wheldon, que herdou a vitória. Hildebrand ainda conseguiu ficar com uma histórica segunda posição.
O melhor brasileiro foi Tony Kanaan, que fez uma corrida de recuperação após largar em 23.º e completou a prova em quarto lugar. Voltas antes do fim, ele chegou a ser o segundo colocado. Esse foi o melhor resultado dele nas 500 Milhas desde 2004.
Os demais brasileiros não chegaram a lutar pelas primeiras posições em nenhum momento da prova. Vitor Meira foi o 15.º; Helio Castroneves, o 17.º; e Bia Figueiredo terminou em 21.º.
Apesar das constantes trocas de líder, o escocês Dario Franchitti foi quem mais ficou à frente, puxando a fila em quase toda a primeira parte da prova, só perdendo a liderança em uma bandeira amarela.
A dez voltas do fim, o australiano Scott Dixon, que liderava, teve que parar nos boxes e a liderança ficou com o belga Bertrand Baguette. Depois de mais seis voltas, ele também teve que entrar para reabastecer e abriu espaço para Hildebrand quase vencer a prova. Dixon acabou em sexto.