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“Estamos muito aliviados. Trabalhamos nisso há bastante tempo. Sempre fica aquela dúvida, mas vimos que o basquete brasileiro é muito respeitado e tem muito nome. Não houve uma voz contra esse convite. Recebemos, inclusive, apoio da Espanha, Agora, temos de corresponder na quadra”, disse Nunes.
O presidente da CBB chegou em Barcelona três dias antes do anúncio dos convites. Ele aproveitou este período para realizar as últimas reuniões com a Fiba. “Vendemos o nosso peixe. Apresentamos os motivos pelos quais o Brasil não poderia ficar fora e eles entenderam. Claro que tínhamos a concorrência da Venezuela e do Canadá, mas estamos mais bem posicionados no ranking da Fiba. E a Seleção Brasileira nunca ficou fora de um Mundial e já foi campeã”, prosseguiu o dirigente.
Com relação ao pagamento da doação de 1 milhão de francos suíços (cerca de R$ 2,72 milhões) para a Fiba, Nunes evitou entrar em detalhes. A CBB acertou como fará o pagamento. Parte do valor já foi adiantado. O restante, agora com o convite confirmado, será pago até o segundo semestre de 2015.
Para arcar com os custos do convite, a CBB usará a verba dos seus patrocinadores. Segundo a reportagem apurou, os contratos com estas empresas possuem bonificação por participação em Mundiais e Olimpíadas. E este bônus seria usado para cobrir os gastos com o convite.
“Acertamos uma troca de logística. É um acordo de cooperação com a Fiba para organizar o basquete 3x3, que é a menina dos olhos da entidade. Vamos fazer um trabalho de Hércules para vingar. O assunto do pagamento é um aspecto que ficou no passado. Na próxima semana vamos começar nosso planejamento para ficarmos entre os primeiros no Mundial”, finalizou.