A imagem de Aristeu, que chegou ao cargo em agosto de 2012, ficou desgastada depois de conceder uma entrevista ao jornal “O Popular”, de Goiás, na qual teria dito que a ouvidoria de arbitragem tem recebido várias denúncias a respeito de manipulação de arbitragem, mas os árbitros em questão continuavam atuando normalmente.
O discurso oficial é que Aristeu pediu para sair por motivos pessoais. Mas ele não deixa completamente a CBF, pois vai ser diretor-adjunto da escola nacional de arbitragem, responsável pela área técnica e sendo instrutor especializado em ensinar os árbitros assistentes.
O ex-árbitro auxiliar e coronel da Polícia Militar do Rio havia substituído Sérgio Corrêa, em meio a frequentes erros da arbitragem nacional no Brasileirão. Sérgio foi deslocado para ser chefe do Departamento de Arbitragem.
O interino Edson Resende, que vai acumular funções, já comandou a Conaf entre 2005 e 2008, mas saiu alegando questões de saúde. O pedido do presidente da CBF, José Maria Marin, é que ele fique no cargo por até 40 dias para que um novo nome seja escolhido com calma.
Frases de Aristeu
“Sim. Existem denúncias e, repito, foram de pronto encaminhamento para o Ministério Público, que é o órgão fiscal da lei.”
“Sim, eles continuam trabalhando. A gente monitora, obviamente, e não há, a princípio, nenhum indício que contraindique o trabalho desse profissional.”