A prefeitura passa agora para a fase de viabilização financeira do evento, que deve envolver os governos federal e estadual. "Falta é a gente fechar o escopo financeiro. Vamos receber os custos prováveis e vamos começar a dialogar com os governos do Estado e federal, empresas privadas e parceiras, para verificar se é possível nós bancarmos a prova em 2012", resume o prefeito.
A ideia é seguir o modelo norte-americano proposto pela categoria. "Tem o promotor envolvido e há um equilíbrio entre receita e despesa. Existe um investimento por parte da cidade, mas há uma receita em contrapartida que é muito grande. É financeiramente autossustentável", argumenta o representante brasileiro da Indycar, Willy Herrmann.
Para o norte-americano Terry Angstadt, apenas Porto Alegre está no páreo para organizar a disputa - a Capital é a única candidata a receber o evento. "É minha segunda visita à cidade e nossas discussões estão evoluindo muito bem. Agora, o foco é somente Porto Alegre", garante.
Sobre as restrições que a Confederação Brasileira de Automobilismo poderia impor à prova por entender que o RS tem dois autódromos próximos à Capital, Herrmann se mostrou tranquilo. "A gente não antecipa qualquer problema", analisa o dirigente.