Esportes

Rivalidade motiva seleção de vôlei diante da Argentina

Após duas derrotas, Brasil tem poucas chances de conseguir vaga olímpica na Copa do Mundo

Depois de duas derrotas seguidas, para Itália e Japão, a seleção brasileira feminina de vôlei volta a jogar nesta quarta-feira, quando enfrenta a Argentina, a partir das 7h20 (horário de Brasília), em Tóquio, no Japão. Apesar de praticamente não ter mais chances de terminar a Copa do Mundo entre as três primeiras colocadas, o que lhe daria vaga na Olimpíada de Londres, o Brasil entra em quadra com a obrigação de reagir na competição e confirmar o favoritismo diante das argentinas.

"O jogo com as argentinas é importante. Nesse campeonato não existe time fraco. Precisamos voltar a vencer. Toda partida aqui é decisiva. Temos que ganhar bem esses três últimos jogos", afirmou a central Thaisa, lembrando que, depois da Argentina, o Brasil ainda fará mais duas partidas na Copa do Mundo, contra Argélia e República Dominicana, quando tentará melhorar a sua classificação atual - aparece apenas na sexta posição, bem longe das primeiras colocadas.

Para ajudar nessa reação, nada melhor do que um confronto cheio de rivalidade para animar as brasileiras. "Enfrentar a Argentina sempre tem um gostinho especial por toda a rivalidade que existe entre os dois países. Sempre entramos motivadas para enfrentá-las", contou Thaisa, umas das titulares do time do Brasil. "O jogo com a Argentina é um clássico. Elas tiveram uma boa participação no Grand Prix e estão evoluindo", avaliou o técnico José Roberto Guimarães.

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