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River Plate vence Boca Juniors e vai à final da Sul-Americana

Barovero defendeu pênalti e Pisculichi definiu o 1 a 0 no superclássico

Classificado para a decisão, Téo Gutiérrez comemorou a conquista com a torcida
Classificado para a decisão, Téo Gutiérrez comemorou a conquista com a torcida Foto : Maxi Failla / AFP / CP
O River Plate venceu o superclássico argentino por 1 a 0 e está na final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, da Colômbia. Na noite desta quinta-feira, a equipe do técnico Marcelo Gallardo superou o rival Boca Juniors pelo placar mínimo, no Monumental de Núñez. O único gol foi marcado por Pisculichi, aos 15 minutos do primeiro tempo.

A partida mal havia começado quando o drama tomou conta do Monumental de Núñez. Com 15 segundos de jogo, Rojas dominou a bola, tentou sair com ela dominada, mas não percebeu a presença de Meli do Boca, que tomou a frente e foi chutado pelo meio-campista do River. Na cobrança do pênalti, Gigliotti bateu à meia altura e Barovero ganhou contornos de herói, ao espalmar evitando o gol xeneize.

Após o susto inicial, os donos da casa tomaram as principais ações do duelo, ditando as principais jogadas, enquanto os comandados de Rodolfo Arruabarrena apostavam em uma bola para decidir. Quem decidiu foi o Rive: aos 15 minutos, Vangioni finalizou para o meio da área e Pisculichi apareceu, colocando com categoria no canto da meta de Orión.

Aos 30 minutos, Gigliotti recebeu na grande área e bateu à esquerda do arqueiro do River, marcando o gol, anulado pela arbitragem. Dez minutos depois, Gago sentiu dores e deu lugar a Fuenzalida. Pouco depois de entrar, o jogador do Boca raspou de cabeça e encontrou Gigliotti. O atacante cabeceou no contrapé de Barovero, mas a bola foi para fora.

Na volta dos vestiários, os atletas mostraram disposição para "abrir a caixa de ferramentas" nas divididas, deixando o clima ainda mais tenso. Com menos de 20 minutos da segunda etapa, oito cartões haviam sido distribuídos.

Apesar da vantagem, era o River Plate que dominava o clássico. Sánchez, aos 24 e aos 34 perdeu ótimas oportunidades de matar o confronto. Aos 43, o meio-campista rolou para Cavenaghi, que também desperdiçou. Com a vaga praticamente perdida, o zagueiro Cata Díaz chutou o colombiano Téo Gutiérrez por trás e foi expulso nos acréscimos.

Foi a primeira vez que o River superou o Boca em um mata-mata. Com a vitória, o time irá enfrentar o Atlético Nacional, que eliminou o São Paulo, nos pênaltis, nesta quarta-feira.