As críticas também foram em direção ao coordenador de Seleções da CBF, Gilmar Rinaldi, desafeto de Romário desde os tempos de Flamengo. “Gilmar eu continuo dizendo que é uma fraude. Uma piada. Um cara que era empresário até a noite anterior de assumir a coordenação da Seleção. Só pode ser sacanagem e que só acontece no Brasil”, completou.
Durante o mandato na Câmara, Romário sempre adotou uma postura combativa em relação à CBF. No Senado, para onde foi levado com mais de 4,6 milhões de votos, ele promete repetir a dose.