Quem está à frente da empreitada é o diretor financeiro, Osvaldo Vieira de Abreu. Ele já entrou em contato com a entidade e encaminhou dados preliminares em uma planilha para se estudada pelo departamento financeiro da confederação. O cálculo apresentado soma R$ 7 milhões em salários, R$2,2 milhões em direitos de imagem e a correção feita pelo IGPM (Índice Geral de Preços do Mercado).
"Estamos agendando essa reunião com a CBF no Rio de Janeiro para negociarmos. Eles já têm esse cálculo em mãos, vamos aguardar a data para discutirmos como será feito", explicou Vieira de Abreu.
Não é a primeira vez que o clube tenta abocanhar o valor, mas antes a péssima relação com o ex-presidente Ricardo Teixeira impedia qualquer tipo de conversa amistosa. A expectativa é que o ótimo relacionamento de Juvenal Juvêncio com o atual mandatário José Maria Marin facilite os trâmites. "Antes era muito difícil por razões óbvias, mas quem sabe agora tenhamos êxito", torceu o diretor.