"Se houver flexibilização do agente, com certeza podemos voltar a conversar depois", acrescentou Batista. Conforme o clube, não foi apenas o alto salário pedido pelo atacante, acima do teto salarial tricolor, que travou o acerto. "Tem exploração de imagem, direitos de imagem, ações de marketing. A gente viu que tinha um limite e que não dava mais para avançar", salientou o diretor de futebol.
O vice-presidente João Paulo de Jesus Lopes seguiu o discurso e admitiu que o clube chegou a um limite. "Se superássemos a nossa política financeira, seríamos injustos, além de trazer um problema para dentro da nossa equipe, encargos que não queremos ter", falou. "Felizmente o São Paulo continua em situação favorável, fechamos com superávit nos últimos anos."