A quarta proposta tricolor foi apresentada ao Alvinegro e ratificada pelo presidente Juvenal Juvêncio em encontro com Luis Alvaro Ribeiro, presidente do Santos. Os mandatários ajustaram os novos termos da negociação, que ainda está emperrada por impasse entre Santos e DIS, detentora de 55% dos direitos econômicos do jogador.
Isso porque o Santos exige que a DIS abra mão de R$ 6 milhões (nas contas da empresa) de uma dívida que o clube tem, referente às transferências dos jogadores Wesley, para o Werder Bremen (Alemanha), e André, para o Dínamo de Kiev (Ucrânia). A atitude gerou revolta do grupo, que considera isso uma chantagem e não concorda em acatar a nova imposição santista. Além disso, listam uma série de empecilhos que vão surgindo a cada dia de negociações, para a transferência se complicar.
Já para o Santos, a DIS precisa ceder porque, segundo a direção, isso foi feito por parte do clube quando o Conselho Gestor abriu mão de receber R$ 53 milhões (valor total da multa rescisória pelos 100% dos direitos do jogador) e cobrar apenas o referente aos 45% que lhe cabe.