O jogador aceitou reduzir seus salários, mas queria ganhar cerca de R$ 1 milhão livre de impostos. Com encargos tributários e benefícios, o Santos calcula que ele custaria R$ 2 milhões por mês, R$ 24 milhões por ano em um contrato de três temporadas: R$ 72 milhões no total. Dentre as exigências de Robinho estão o pagamento de comissão para seu pai, Gilvan de Souza, e sua representante, Marisa Alija Ramos, a cessão de um camarote na Vila Belmiro e a contratação de um preparador físico exclusivo para ele.
A novela envolvendo a negociação nesta janela de transferência, que fecha no próximo dia 20, teve vários capítulos antes do final infeliz. Após a saída de Neymar para o Barcelona, o Santos via em Robinho o substituto ideal. No entanto, após algumas tratativas intermediadas pelo agente italiano Mino Raiola, o Peixe se assustou com os valores: o Milan pedia 10 milhões de euros e o atacante queria um salário de R$1,2 milhão.