A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) e a Olympikus lançaram nesta sexta-feira a nova coleção de uniformes oficiais para as seleções masculina e feminina. Agora, mais leves e com peças moldadas ao corpo dos atletas. Desde o desenho das roupas e recorte dos tecidos até os detalhes nos bordados, tudo foi pensado para valorizar cores nacionais. O objetivo é identificar cada vez mais o Brasil como o país do vôlei.
Os técnicos José Roberto Guimarães e Bernardo Rezende trocaram a lateral da quadra pela passarela. Os craques Giba, Serginho, André Nascimento, Fabi e Jaqueline também se misturaram aos modelos profissionais para o desfile da coleção.
Bernardinho arrancou risos pelo curtíssimo tempo que o treinador levou para completar o percurso. Zé Roberto foi um pouco mais demorado, mas ao final afirmou que se sente bem mais à vontade dentro de quadra. Entre os jogadores, a entrada mais impactante foi a que reuniu os líberos Fabi e Serginho, desfilando o modelo especial em verde e amarelo.
A nova camisa perde o tom degradê e ganha um design que explora a anatomia do corpo dos atletas, com traços puxando para o peito e o coração. Desenvolvida em poliéster e elastano, a coleção de camisas tem tecidos mais confortáveis e justos, proporcionando maior liberdade de movimentos. Os calções estão mais leves, arejados e confortáveis.
A grande novidade da coleção é a camisa do líbero, que pela primeira vez ganha um design próprio. A inspiração veio da camisa da seleção de 1966, usada pelo presidente da CBV Ary Graça, que ganhou uma releitura um pouco mais moderna.
Seleções de vôlei ganham novos uniformes
Destaque para a camisa dos líberos, que agora têm desing próprio inspirado na década de 1960